quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Tudo é relativo

O título deste texto é uma verdade absoluta.
Por mais contraditória que esta afirmação pareça, todos sabemos que é verdade.

Tal como sabemos que essa relatividade depende dos pressupostos em que assenta, do momento que vivemos, das prioridades que valorizamos nesse momento.
Também toda a gente sabe que dinheiro manda muito, que ter uma conta bancária desafogada, capacidade económica para satisfazer as necessidades (e também os caprichos) É (com letra grande, a bold e sublinhado) muito importante.
E a nossa alegria?
E a sensação de realização (pessoal e profissional)?
E chegar ao fim do dia, da semana ou do mês com a consciência de que se fez o que nos é exigido, de que se contribuiu para qualquer coisa?
Tudo isto também conta, certo?
Certo.
O problema é quando, das coisas que elenquei, só se tem uma ou duas.
Pior, pior, é não ter nenhuma, já sei, conheço a cantiga, obrigada.
Mas, há sempre um mas em tudo, não tentar melhorar, não tentar atingir algo melhor é, pelo menos para mim, um enorme disparate.
Foi isso que fiz quase sempre.
Quando me acomodei fiquei profundamente infeliz.
Quando achei que me habituaria, acabei ainda mais incapaz de lidar com a situação.
É isso que tenho tentado fazer nos últimos tempos: acomodar-me, desistir de lutar contra o mau-estar, dar mais importância a um ponto particular e esquecer todas as outras coisas.
Pensar que não vale a pena deitar tudo ao lixo e começar de novo. Ou quase de novo.
Em busca dessa coisa fantástica chamada "segurança" prescindi de muito, engoli muitos sapos, fiz de conta que me era indiferente o rumo dos acontecimentos.
Só que assim sou profundamente infeliz.
E nem a parte boa desta situação é suficientemente boa para me fazer esquecer as partes más.
O dinheiro não é tudo.
A segurança não é tudo.
A nossa realização (pessoal e profissional) vale mais.
O reconhecimento do que fazemos, do que somos, a noção de missão cumprida vale mais.
Todos nascemos para fazer alguma coisa.
Em todos os momentos da nossa vida pretendemos o melhor. Muitas vezes achamos que encontramos. E, depois... quando percebemos que não é bem assim, como é?
Eu quero mais.
Tenho medo de trocar o certo por incerto, é verdade. Acho que toda a gente tem esse medo, de que afinal o que tinha antes é que era bom.
Acho, até, que neste momento estou a padecer disso mesmo.
Por isso é que, neste ponto da minha vida, cheguei a esta brilhante conclusão de que tudo é relativo.
Mas também cheguei à conclusão de que posso sempre modificar os pressupostos, independentemente das asneiras (ou não) que possa vir a fazer.
Acomodar-me e ficar miserável para todo o sempre é que não!

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Novidades livrescas

Tenho três novas aquisições para a biblioteca lá de casa.
Começando pelo "Os anagramas de Varsóvia", de Richard Zimler, e terminando nos incontornáveis comerciais "O símbolo perdido", de Dan Brown e "Fúria Divina", de José Rodrigues dos Santos.
Resta saber quando terei tempo para pôr a leitura em dia...

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

O tempo...

A acreditar nas previsões do Instituto de Meteorologia, vamos ter temperaturas de 25ºC até ao fim do mês...
Só a meio da próxima semana é que a chuva vai aparecer e a temperatura deverá descer um bocadinho.
Mas que raio...? E o frio?

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Informação

Eu sei que já não estamos no Verão.
Eu sei que aqui ao lado está uma imagem que diz que é Verão.
Eu sei que com o calor que está parece Verão.
Mas não é.
Eu já tentei mudar.
O blogue, ou seja o que for, não deixa...
Contra isso não posso fazer nada.

De volta

E acabou!
As férias foram-se e voltei à rotina do costume: trabalho, trabalho, casa, casa.
Pelo caminho ficou a viagem (aconselho) com muito sol e muito passeio, muitas leituras (a trilogia do Stieg Larsson - "Millenium") e algumas visitas culturais (Quinta da Regaleira, Paço Ducal de Vila Viçosa e Museu Nacional de Arte Antiga).
Daqui por uns tempos há mais, a não ser que as funções do A. impeçam os 15 dias de férias que nos restam.

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Resumidamente

é assim:

estou-me nas tintas para as mesquinhices, para as pequenas demonstrações de pseudo-poder.
Chega!
Mesmo que agora me irrite, acho que irritará muito mais os/as pseudo-poderosinhos/as se não lhes ligar nenhuma. Ou melhor, se apenas lhes der a importância que merecem.
Quem não sabe onde é o seu lugar, quase passado um ano sobre o fim do seu reinado, nunca saberá. É assunto no qual não vale a pena insistir.
Quanto a mim, vou de férias, vou descansar e vou de consciência tranquila, coisa que não abundará por estes lados...
Até Outubro!

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Quase, quase, quase

a entrar de férias!

Não, até Outubro não vai haver absolutamente mais nenhum assunto neste blogue que não as minhas férias.

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Contagem decrescente

e realmente importante!
Faltam 3 dias e a tarde de hoje para entrar de férias

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

A importância das coisas

ou das coisas sem importância...
Incrível como uma miserável borbulhinha pode provocar quase a III Guerra Mundial.

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Férias

A 16 dias de entrar de férias e a 21 dias de cumprir 3 anos de casada, já temos a viagem de férias marcada.
Este ano vamos para a Tunísia.
Outra vez África, mas agora na costa mediterrânica.
Daqui por 22 dias vamos em busca do sol e do descanso. E também de Tunis (ou Tunes), Cartago, El Djem, Kairouan e, se não for pedir demais, de Chott el Jerid.
Entretanto, e porque resolveram que os portugueses não saberiam distinguir entre dois actos eleitorais tão distintos como as eleições legislativas e autárquicas (ainda bem que ninguém reparou que nas autárquicas se vota para a Câmara Municipal, para a Assembleia Municipal e para a Junta de Freguesia, ou seriam mais eleições em dias distintos...), a viagem calha em cima das eleições legislativas.
Temos pena. De verdade.
Mas...
Por mim até ia já hoje!